//Sobre
Mais de vinte anos a transformar dados em decisões. Hoje, agentes em produção.
Sou o André Silva. Trabalho em automação de processos e IA agêntica na Wise Pirates, no Porto. Este laboratório é onde documento, com prova, o que aprendo a pôr agentes a trabalhar em empresas reais.
Hoje: Wise Pirates
PortoNa Wise Pirates, agência de marketing digital orientada a dados (desde 2017, mais de 100 pessoas e 500 marcas servidas), lidero a unidade de Process Automation & Agentic AI e integro a direcção operacional com o eixo de tecnologia e infraestrutura.
O trabalho da unidade é pôr a inteligência a correr, não a ficar num relatório: workflows de automação empresarial, agentes especializados com RAG, memória e supervisão, pipelines de dados com observabilidade, e a camada de segurança que os deixa entrar em produção. É lá que aplico o que escrevo aqui, e é lá que me encontras para trabalhar.
Trabalho e propostas pela Wise Pirates. Conversas técnicas no LinkedIn.
Percurso
quatro eras, uma direcção- //01
Campanhas e dados
Comecei em campanhas de Google e Meta Ads. Passei por analytics, BI e forecasting. Foi aí que aprendi a ler um negócio pelos números e a desconfiar de dashboards que ninguém consulta.
- //02
Performance marketing
Contas multi-mercado, orçamentos com regra, atribuição que tinha de bater com o BI do cliente. Quanto mais campanhas optimizava, mais processos manuais encontrava à volta: reporting que demorava horas, dados copiados entre sistemas, decisões por intuição.
- //03
Automação de processos
Resolvi automatizar isso tudo. Workflows n8n em produção, integrações API multi-sistema, pipelines de dados com logs, métricas e alertas desde o primeiro dia. Idempotência, retries e runbooks deixaram de ser vocabulário de engenharia e passaram a ser o que separa o que aguenta do que cai.
- //04
IA agêntica em produção
Hoje desenho e opero agentes de IA que executam trabalho real: com ferramentas, memória, supervisão e limites explícitos. Construí uma engine de conhecimento (Prism) que transforma cada projecto em padrões reutilizáveis, servidores MCP para as plataformas com que trabalho, e o pipeline que produz este laboratório. A pergunta deixou de ser "funciona?" e passou a ser "é seguro, é observável e prova valor?".
O que construo
- Agentes com travões
- Whitelist de ferramentas, validação de output antes de acções irreversíveis, kill switch, políticas de acesso por agente.
- Observabilidade por defeito
- Logs estruturados, trace por execução, métricas e alertas que acordam antes do cliente reclamar.
- Automação que prova valor
- Cada automação tem de mostrar euros poupados ou horas recuperadas. Menos teatro, mais produção.
- Produtização
- Transformar o que funciona num cliente em produto repetível: engine de conhecimento, servidores MCP, pipelines de reporting, agentes de orçamento.
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